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Terça, 02 Junho 2015 18:24

Enquanto isso, do lado dos cooperados...

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Os cooperados, Hebert Conrado e Roberto Ferreira, de camisa azul Os cooperados, Hebert Conrado e Roberto Ferreira, de camisa azul

Conversamos com alguns associados das cooperativas que fazem parte do Movimento Força Cooperativista para mostrar a realidade do trabalho que eles realizam e, também, o outro lado da luta pela aprovação da participação das cooperativas de transporte específico. Veja a seguir, alguns depoimentos.

 

 

Hebert Conrado Vieira Lima

Com 13 anos de cooperativa, Hebert Conrado Vieira Lima, já passou por muitas situações positivas e outras nem tanto. Porém, segundo ele, este é um dos mais difíceis.

 

“Com esse decreto, infelizmente muitos associados deixaram a cooperativa. A maioria não tinha como continuar realizando o pagamento dos veículos, adquiridos para serem cooperados”, referindo-se ao decreto municipal que proíbe a participação das cooperativas em licitações públicas e também veta as renovações de contrato.

 

“Muitos ficaram com dívidas, e ainda estão sem o sustento da família, sem trabalho e sem oportunidade, alguns até perderam os veículos”. Hebert lembra que nem sempre foi assim. “Com o passar dos anos, as cooperativas foram se adaptando às exigências dos clientes e melhorando a qualidade do trabalho oferecido”, afirma ele, que faz parte da cooperativa CTPT e atua na Coordenadoria Regional de Saúde Norte.

 

Sobre o orgulho em ser cooperado, ele lembra que, em 2009, recebeu uma homenagem como “Cooperado do ano” e, em 2011, foi eleito diretor tesoureiro em assembleia. “Ser cooperado é um motivo de orgulho para mim e tenho certeza que, ter um relacionamento respeitoso e cordial é fundamental para atuar no cooperativismo”.

Para finalizar, ele reforça que o MFC realiza uma contribuição essencial na luta para revogar o decreto e para continuar com as licitações. “Certamente contamos com a parceria entre a cooperativa CTPT e o MFC”.

 

Roberto Ferreira

Como cooperado da Unitransp há mais de 4 anos, Roberto Ferreira, se sente em casa e tem o colegas cooperados como uma família. “Acredito no sistema de cooperativismo, porque aqui o ambiente é muito familiar e todos se ajudam”.

 

Para ele, o único problema enfrentado até hoje, é a proibição na participação das licitações. “Sobre essa proibição, acredito que é uma ação das empresas privadas. Elas  querem derrubar as cooperativas”, afirma ele. Mesmo assim, Roberto não desiste e acredita que o veto será derrubado.

 

Após ficar desempregado, optou por trabalhar no cooperativismo, pois ele acredita ser mais seguro em razão da estrutura da cooperativa, do que trabalhar como autônomo. “Ser cooperado é muito bom, porque proporciona mais segurança para nós”, reforça, completando que tem mais liberdade e um horário flexível, trabalhando de acordo com uma escala e uma ordem de trabalho. “Na minha idade, é muito mais difícil me recolocar no mercado de trabalho. A cooperativa me abriu portas e me proporcionou trabalho”.

 

Veja outros depoimentos em nossa página no Facebook. https://www.facebook.com/MovimentoCooperativista

 

Fonte: Comunica - Assessoria em Comunicação

Ler 2564 vezes Última modificação em Terça, 02 Junho 2015 18:59

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