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Segunda, 14 Maio 2012 06:12

Filiação

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Sexta, 11 Maio 2012 15:38

Ramos

  • Agropecuário

Cooperativas de produtores rurais ou agropastoris e de pesca, cujos meios de produção pertencem ao cooperado. Caracterizam-se pelos serviços prestados aos associados, como recebimento ou comercialização da produção conjunta, armazenamento e industrialização, além de assistência técnica, educacional e social.

  • Consumo

Cooperativas dedicadas à compra em comum de artigos de consumo para seus cooperados. Subdividem-se em fechadas e abertas. Fechadas são as que admitem como cooperados somente as pessoas ligadas a uma mesma cooperativa, sindicato ou profissão, que, por sua vez, geralmente oferece as dependências, instalações e recursos humanos necessários ao funcionamento da cooperativa. Abertas, ou populares, são as que admitem qualquer pessoa que queira a elas se associar.

  • Crédito

Têm o objetivo de facilitar o acesso dos associados ao mercado financeiro com melhores condições que as instituições bancárias tradicionais, promovendo a poupança, financiando necessidades e empreendimentos, entre outros de seus cooperados. Atua no crédito rural e urbano.

  • Educacional

O objetivo das cooperativas educacionais é unir ensino de boa qualidade e preços justos. Este ramo é composto por cooperativas de professores, que se organizam como profissionais autônomos para prestarem serviços educacionais; por cooperativas de alunos de escola agrícola que, além de contribuírem para o sustento da própria escola, às vezes produzem excedentes para o mercado, mas tem como objetivo principal a formação cooperativista dos seus membros; por cooperativas de pais de alunos, que têm por objetivo propiciar melhor educação aos filhos, administrando uma escola e contratando professores; e por cooperativas de atividades afins, empreendedores educacionais.

  • Especial

Cooperativas constituídas por pessoas que precisam ser tuteladas ou que se encontram em situações previstas nos termos da Lei 9.867, de 10 de novembro de 1999, como deficiência física, sensorial e psíquica, ex-condenados ou condenados a penas alternativas, dependentes químicos e adolescentes a partir de 16 anos em situação familiar difícil econômica, social ou afetiva. As cooperativas atuam visando à inserção no mercado de trabalho desses indivíduos, geração de renda e a conquista de sua cidadania.

  • Habitacional

Cooperativas destinadas à construção, manutenção e administração de conjuntos habitacionais para o seu quadro social.

  • Infraestrutura

Cooperativas que atendem direta e prioritariamente o seu quadro social com serviços essenciais, como energia e telefonia. No Brasil, são mais conhecidas as cooperativas de eletrificação e telefonia rural, que têm por objetivo fornecer, para a comunidade, serviços de energia elétrica, seja repassando essa energia de concessionárias, seja gerando sua própria energia. Algumas também abrem seções de consumo para o fornecimento de eletrodomésticos, bem como de outras utilidades.

  • Mineral

Cooperativas com a finalidade de pesquisar, extrair, lavrar, industrializar, comercializar, importar e exportar produtos minerais.

  • Produção

Estimula o empreendedorismo em que um grupo de profissionais com objetivos comuns na exploração de diversas atividades produtivas se reúne para produzir bens e produtos como donos do seu próprio negócio e detém os meios de produção.

  • Saúde

Cooperativas que se dedicam à preservação e promoção da saúde humana. Abrangem médicos, psicólogos, odontólogos, fisioterapeutas e afins, bem como os usuários destes serviços. Esse ramo surgiu no Brasil, na cidade de Santos (SP) no dia 18 de dezembro de 1967 e se estendeu a outros países.

  • Trabalho

As cooperativas de trabalho são construídas por pessoas ligadas a uma determinada ocupação profissional, com a finalidade de melhorar a remuneração e as condições de trabalho, de forma autônoma. Este é um segmento extremamente abrangente, pois os integrantes de qualquer profissão podem se organizar em cooperativas de trabalho.

  • Transporte

Cooperativas que atuam na prestação de serviços de transporte de cargas e passageiros. As cooperativas de transporte têm gestões específicas em suas várias modalidades: transporte individual de passageiros (táxi e moto táxi); transporte coletivo de passageiros (vans, ônibus, etc.); transporte de cargas (caminhão, motocicletas, furgões etc.) e transporte escolar (vans e ônibus).

  • Turismo e Lazer

Cooperativas que prestam ou atendem direta e prioritariamente o seu quadro social com serviços turísticos, lazer, entretenimento, esportes, artísticos, eventos e de hotelaria.

Fonte: OCB/Sescoop

Sexta, 11 Maio 2012 14:55

A História do Cooperativismo

O nascimento do cooperativismo


Em 21 de dezembro de 1844 no bairro de Rochdale, em Manchester ( Inglaterra), 27 tecelões e uma tecelã fundaram a "Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale" com o resultado da economia mensal de uma libra de cada participante durante um ano.

Tendo o homem como principal finalidade - e não o lucro, os tecelões de Rochdale buscavam naquele momento uma alternativa econômica para atuarem no mercado, frente ao capitalismo ganancioso que os submetiam a preços abusivos , exploração da jornada de trabalho de mulheres e crianças ( que trabalhavam até 16h) e do desemprego crescente advindo da revolução industrial.


Naquele momento a constituição de uma pequena cooperativa de consumo no então chamado "Beco do Sapo" (Toad Lane) estaria mudando os padrões econômicos da época e dando origem ao movimento cooperativista.


Tal iniciativa foi motivo de deboche por parte dos comerciantes, mas logo no primeiro ano de funcionamento o capital da sociedade aumentou para 180 libras e cerca de dez mais tarde o "Armazém de Rochdale" já contava com 1.400 cooperantes. O sucesso dessa iniciativa passou a ser um exemplo para outros grupos.


O cooperativismo evoluiu e conquistou um espaço próprio, definido por uma nova forma de pensar o homem, o trabalho e o desenvolvimento social.


Por sua forma igualitária e social o cooperativismo é aceito por todos os governos e reconhecido como fórmula democrática para a solução de problemas sócio-econômicos.

 

Sistema Cooperativista

 

A valorização da união entre as cooperativas existe desde o seu surgimento, e hoje elas estão organizadas internacionalmente. A entidade que coordena esse movimento nos cinco continentes é a Aliança Cooperativa Internacional - ACI.


Criada em 1895 e atualmente sediada em Genebra, Suíça, essa associação não-governamental e independente reúne, representa e presta apoio às cooperativas e suas correspondentes organizações, Objetiva a integração, autonomia e desenvolvimento do cooperativismo.

 

Em 1946 o movimento cooperativista representado pela A.C.I. – Aliança Cooperativa Internacional.
Foi uma das primeiras organizações não governamentais a ter uma cadeira no Conselho da ONU - Organização das Nações Unidas.

 

Desde 16 de Setembro de l997, para nosso orgulho, foi eleito presidente da A.C.I. o brasileiro, produtor agrícola e professor - Roberto Rodrigues. Primeiro não europeu a assumir o cargo principal em 103 anos de existência da organização. Quando no Brasil, a sede do presidente da A.C.I. fica também nas dependencias da OCESP.

No âmbito do continente americano essa articulação é feita pela Organização das Cooperativas da América - OCA, fundada em 1963. Hoje essa entidade tem sua sede na cidade de Bogotá, Colômbia, e integra as representações de vinte países, incluindo o Brasil.

 

O.C.B - Organização das Cooperativas do Brasil

 

A representação de todo o sistema cooperativista nacional cabe à Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB, constituída no dia 2 de dezembro de 1969, durante o IV Congresso Brasileiro de Cooperativismo.

Com mais de um século e meio da fundação da Cooperativa "Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale", os valores de ajuda mútua, igualdade de direitos e deveres cultivados pelos tecelões ingleses permanecem inalterados, expandindo pelo mundo em todos os segmentos da atividade humana.

 

O Cooperativismo no Brasil

 

Remontando no tempo, vamos encontrar em 1610, com a fundação das primeiras reduções jesuíticas no Brasil, o início da construção de um estado cooperativo em bases integrais. Por mais de 150 anos, esse modelo deu exemplo de sociedade solidária, fundamentada no trabalho coletivo, onde o bem-estar do indivíduo e da família se sobrepunha ao interesse econômico da produção. A ação dos padres jesuítas se baseou na persuação,movida pelo amor cristão e no princípio do auxílio mútuo (mutirão), prática encontrada entre os indígenas brasileiros e em quase todos os povos primitivos, desde os primeiros tempos da humanidade.

Porém, é em 1847 que situamos o início do movimento cooperativista no Brasil. Foi quando o médico francês Jean Maurice Faivre, adepto das idéias reformadoras de Charles Fourier, fundou, com um grupo de europeus, nos sertões do Paraná, a colônia Tereza Cristina, organizada em bases cooperativas. Essa organização, apesar de sua breve existência, contribuiu na memória coletiva como elemento formador do florescente cooperativismo brasileiro.

Contudo, para aprofundar-nos no desenvolvimento histórico do cooperativismo no Brasil, é necessário fazê-lo por ramos, ou seja, tipos de cooperativas, já que cada um teve a sua própria história, com dificuldades e sucessos distintos, dependendo, quase sempre, das facilidades ou obstáculos oferecidos pelo Governo.

Sexta, 11 Maio 2012 12:36

Princípios

1º. Adesão Livre e Voluntária

 As cooperativas são organizações voluntárias abertas à participação de todos, independentemente de sexo, raça, classe social, opção política ou religiosa. Para participar, a pessoa deve ser apta a prestar serviços e estar de acordo com as responsabilidades de sócio. O desligamento da cooperativa também é livre.

 

2º. Gestão Democrática

  As cooperativas são organizações democráticas, controladas por seus sócios que, reunidos em assembléia, discutem e votam os rumos da cooperativa, bem como elegem os representantes que irão administrar a sociedade. Os cooperados têm igualdade na votação, ou seja, cada associado representa um voto.

 

3º. Participação Econômica dos Sócios

  Os cooperados devem contribuir igualmente para o capital de sua cooperativa, o qual é controlado democraticamente. Parte deste capital é propriedade comum dos cooperados. O restante poderá ser destinado para investimentos na própria cooperativa ou para outras aplicações, sempre de acordo com a decisão tomada na assembléia.

 

4º. Autonomia e Independência

  As cooperativas são organizações autônomas e independentes, controladas por seus sócios que são os donos do negócio. Qualquer acordo firmado com outras organizações e empresas devem garantir e manter esta condição.

 

5º. Educação, Formação e Informação

   As cooperativas devem promover educação, treinamento e formação dos seus sócios, como forma de contribuir efetivamente para o desenvolvimento deles. As cooperativas também devem informar o público em geral sobre a natureza e os benefícios da cooperação.

 

6º. Intercooperação

  As cooperativas devem trabalhar em conjunto, por meio do intercâmbio de informações, produtos e serviços, para atender melhor os seus associados e fortalecer o Cooperativismo.

 

7º. Preocupação com a Comunidade

 As cooperativas devem trabalhar pelo desenvolvimento sustentado de suas comunidades, por meio de programas realizados em parceria com o governo ou outras entidades civis.

Sexta, 11 Maio 2012 08:21

Diretoria

 

Paulo Bueno – Diretor Presidente

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Murilo Karapetcov Silva – Diretor Financeiro

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Gilmar Curtolo – Diretor  de Organizações Cooperativistas

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Sexta, 11 Maio 2012 05:57

O que é Cooperativismo

Cooperativismo brasileiro, obedece a uma doutrina sócio econômica, baseada na ajuda mútua, democracia, responsabilidade, igualdade e solidariedade.

 

Esse tipo de organização funciona de uma forma simples: um grupo de pessoas se associa espontaneamente, constitui uma cooperativa, desenvolve uma determinada atividade econômica e divide todos os resultados obtidos.

No cooperativismo, o homem vale pelo que é, e não pelo que tem. Por este motivo, não há qualquer discriminação de raça, sexo, idade, religião, partido político, etc.

O sistema cooperativista, diante do atual cenário brasileiro, representa uma alternativa real à medida que gera o trabalho e rende às pessoas. Conseqüentemente, possibilita aos cooperados o resgate de sua cidadania.

 

Por fim, o Cooperativismo simboliza o trabalho justo, solidário e cidadão.

 

Cooperativa

É uma sociedade de pessoas que se comprometem, reciprocamente, a contribuir com bens ou serviços para o exercício de uma atividade econômica, sem objetivo de lucro.

Uma cooperativa é dirigida pelos próprios associados, também chamados de cooperados, que têm os mesmos direitos e deveres. Eles não são empregados, são sócios.

A cooperativa é regida pelo Estatuto Social, cujas diretrizes estão fundamentadas na Lei Federal nº. 5.764/71 que disciplina o Cooperativismo no Brasil.

O Estatuto Social da cooperativa é aprovado previamente pelos seus associados.

A principal função de uma cooperativa é melhorar a condição econômica e social de seus associados. Para isso, esta sociedade deve gerar renda e trabalho, e ainda utilizar os resultados obtidos em benefício dos próprios cooperados.

 

Cooperado

Também chamado de sócio ou associado, é o profissional autônomo que se associa a uma cooperativa, de qualquer ramo, e dela participa ativamente.

Qual é a diferença? Como empregado, o trabalhador tem um vínculo de emprego, com normas capitalistas e trabalho assalariado. Este vínculo é estabelecido de acordo com a CLT.

Como cooperado, o trabalhador tem um vínculo societário, com normas estatutárias e trabalho remunerado. Este vínculo é estabelecido de acordo com um legislação especifica.

Outra diferença importante: o cooperado nunca está sozinho. Ele faz parte de uma sociedade que o representa no mercado de trabalho, em busca de mais oportunidades profissionais.

 

Os símbolos do cooperativismo:

 

Simbologia:



Pinheiros - Antigamente o pinheiro era tido como um símbolo da imortalidade e da fecundidade, pela sua

sobrevivência em terras menos férteis e pela facilidade na sua multiplicação. Os pinheiros unidos são mais

resistentes e ressaltam a força e a capacidade de expansão.



Círculo: representa a eternidade, pois não tem horizonte final, nem começo, nem fim.



Verde: Lembra as árvores - princípio vital da natureza e a necessidade de se manter o equilíbrio com o

meio-ambiente.



Amarelo: Simboliza o sol, fonte permanente de energia e calor.



Dia Internacional do Cooperativismo: instituído em l923 no Congresso da ACI é comemorado no primeiro

sábado de julho de cada ano, a confraternização de todos os povos ligados pelo cooperativismo.

Assim nasceu o símbolo mundialmente conhecido do cooperativismo: um círculo abraçando dois pinheiros

para indicar a união do movimento, a imortalidade de seus princípios, a fecundidade de seus ideais e a

vitalidade de seus adeptos. Tudo isso marcado pela trajetória ascendente dos pinheiros que se projetam

para o alto, procurando subir cada vez mais.



Bandeira: O cooperativsimo possui uma bandeira formada pelas sete cores do arco-íris, aprovada pela

ACI - ALIANÇA COOPERATIVA INTERNACIONAL em 1932, que significa a unidade na variedade e um

símbolo de paz e esperança. Cada uma destas cores tem um significado próprio:

 


Vermelho - Coragem.
Alaranjado - Visão de possibilidades do futuro.
Amarelo - Desafio em casa, na família e na comunidade.
Verde - Crescimento tanto do indivíduo como do cooperado.
Azul - Horizonte distante, a necessidade de ajudar os menos afortunados, unindo-os uns aos outros.
Anil - Necessidade de ajudar a si próprio e aos outros através da cooperação.
Violeta - Beleza, calor humano e amizade.

Sexta, 11 Maio 2012 03:58

Quem Somos

O Movimento Força Cooperativista foi fundado em 23 de junho de 2011 para dar mais legitimidade aos cooperados, aprimorando a gestão e autogestão nas cooperativas e representando-os junto aos órgãos públicos.

 

O Movimento Força Cooperativista, formado por idealistas que acreditam num Brasil em que todos tenham o direito e acesso ao trabalho digno, é uma associação destinada a defender os interesses dos cooperados e das cooperativas. O MFC busca a legitimidade e a unicidade do sistema cooperativista, bem como o reconhecimento das entidades públicas e governamentais para esta modalidade de trabalho difundida e reconhecida internacionalmente.


O
Movimento Força Cooperativista estabelece como meta a união das cooperativas em busca de uma sociedade mais justa e melhor distribuição de renda.

 

Objetivo:

O MFC tem como principal objetivo a defesa dos interesses econômicos, profissionais, sociais e políticos de seus associados. Também dedica-se aos estudos da área em que atua e realiza atividades (palestras, reuniões, cursos), voltadas para o aperfeiçoamento profissional dos associados.

Para que esse objetivo seja atingido, o MFC se propõe a:

- coordenar, orientar, proteger, representar, defender os interesses da categoria, bem como celebrar acordos e contratos coletivos de trabalho;

- criar serviços de assessoria e consultoria técnica para assuntos jurídicos, econômicos, de comunicação, treinamento e aperfeiçoamento profissional;

- e representar as cooperativas e cooperados em órgãos governamentais e entidades de classe.

Propósitos:

Estabelecer o objetivo inicial do MFC em sera maior associação cooperativista do País e referência internacional em formação, qualificação, inserção e recolocação de cooperados no mercado de trabalho. Além disso, integrar o sistema cooperativista, promovendo e desenvolvendo o Cooperativismo, por meio das ações:

 

  • Fortalecer o quadro de associados;
  • Gerar benefícios e oportunidades aos cooperados;
  • Consultoria jurídica às cooperativas associadas em assuntos pertinentes do Ministério do Trabalho e Emprego;
  • Valorizar e promover o Cooperativismo;
  • Defender a legalidade e legitimidade das cooperativas;
  • Promover a participação do MFCna sociedade;
  • Promover ações de Responsabilidade Social;
  • Difundir o Cooperativismo por meio de palestras;
  • Estabelecer acordos com outras entidades cooperativistas;
  • Gerar cursos profissionalizantes;

Missão:

“Ser uma Associação sustentável e garantir os direitos do trabalho digno, a melhoria das condições de vida do trabalhador cooperado, promover a consciência de classe, a prática democrática, a valorização social e econômica, o fortalecimento do Cooperativismo e a sua legitimidade e legalidade. Tendo como Visão ser a melhor e maior Associação Cooperativa.

A soma das diferenças, fará a diferença.


Valores:

  • Ética:
  • Transparência
  • Efetividade;
  • Competência;
  • Democracia;
  • Comprometimento;
  • Desenvolvimento;
  • Responsabilidade Social.
 
Visão:
 

Buscar, por meio do fortalecimento do seu quadro de associados, tornar-se a Associação inovadora e referência na gestão do conhecimento e pelo comprometimento com o desenvolvimento do Cooperativismo, gerando trabalho e renda, ser uma Associação diferenciada, capaz de disseminar conceitos de confiança, contribuindo para o advento de uma sociedade melhor.

 

Quinta, 10 Maio 2012 23:25

Contato

E-mail:

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Telefones:

(11) 2368-2374

            

Endereço Sede:

Rua Alfredo Guedes, 196 A – Santana

São Paulo – SP

Cep.: 02034-010

 

Mapa:

 


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Quinta, 10 Maio 2012 21:44

Leis

Quinta, 10 Maio 2012 17:29

Agenda de Eventos

Data: 24 DE MAIO DE 2012.


Evento: Ato Solene com a finalidade de comemorar o Ano Internacional das Cooperativas, por iniciativa da FRENCOOP - Frente Parlamentar do Cooperativismo Paulista.

Local: Auditório Franco Montoro

Público Alvo: Geral

Início: 18:00 hrs

 



Em breve mais eventos...

Quarta, 09 Maio 2012 22:05

Cooperativismo

O nascimento do cooperativismo


Em 21 de dezembro de 1844 no bairro de Rochdale, em Manchester ( Inglaterra), 27 tecelões e uma tecelã fundaram a "Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale" com o resultado da economia mensal de uma libra de cada participante durante um ano.

Tendo o homem como principal finalidade - e não o lucro, os tecelões de Rochdale buscavam naquele momento uma alternativa econômica para atuarem no mercado, frente ao capitalismo ganancioso que os submetiam a preços abusivos , exploração da jornada de trabalho de mulheres e crianças ( que trabalhavam até 16h) e do desemprego crescente advindo da revolução industrial.


Naquele momento a constituição de uma pequena cooperativa de consumo no então chamado "Beco do Sapo" (Toad Lane) estaria mudando os padrões econômicos da época e dando origem ao movimento cooperativista.


Tal iniciativa foi motivo de deboche por parte dos comerciantes, mas logo no primeiro ano de funcionamento o capital da sociedade aumentou para 180 libras e cerca de dez mais tarde o "Armazém de Rochdale" já contava com 1.400 cooperantes. O sucesso dessa iniciativa passou a ser um exemplo para outros grupos.


O cooperativismo evoluiu e conquistou um espaço próprio, definido por uma nova forma de pensar o homem, o trabalho e o desenvolvimento social.


Por sua forma igualitária e social o cooperativismo é aceito por todos os governos e reconhecido como fórmula democrática para a solução de problemas sócio-econômicos.

 

Sistema Cooperativista

 

A valorização da união entre as cooperativas existe desde o seu surgimento, e hoje elas estão organizadas internacionalmente. A entidade que coordena esse movimento nos cinco continentes é a Aliança Cooperativa Internacional - ACI.


Criada em 1895 e atualmente sediada em Genebra, Suíça, essa associação não-governamental e independente reúne, representa e presta apoio às cooperativas e suas correspondentes organizações, Objetiva a integração, autonomia e desenvolvimento do cooperativismo.

 

Em 1946 o movimento cooperativista representado pela A.C.I. – Aliança Cooperativa Internacional.
Foi uma das primeiras organizações não governamentais a ter uma cadeira no Conselho da ONU - Organização das Nações Unidas.

 

Desde 16 de Setembro de l997, para nosso orgulho, foi eleito presidente da A.C.I. o brasileiro, produtor agrícola e professor - Roberto Rodrigues. Primeiro não europeu a assumir o cargo principal em 103 anos de existência da organização. Quando no Brasil, a sede do presidente da A.C.I. fica também nas dependencias da OCESP.

No âmbito do continente americano essa articulação é feita pela Organização das Cooperativas da América - OCA, fundada em 1963. Hoje essa entidade tem sua sede na cidade de Bogotá, Colômbia, e integra as representações de vinte países, incluindo o Brasil.

 

O.C.B - Organização das Cooperativas do Brasil

 

A representação de todo o sistema cooperativista nacional cabe à Organização das Cooperativas Brasileiras - OCB, constituída no dia 2 de dezembro de 1969, durante o IV Congresso Brasileiro de Cooperativismo.

Com mais de um século e meio da fundação da Cooperativa "Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale", os valores de ajuda mútua, igualdade de direitos e deveres cultivados pelos tecelões ingleses permanecem inalterados, expandindo pelo mundo em todos os segmentos da atividade humana.

 

O Cooperativismo no Brasil

 

Remontando no tempo, vamos encontrar em 1610, com a fundação das primeiras reduções jesuíticas no Brasil, o início da construção de um estado cooperativo em bases integrais. Por mais de 150 anos, esse modelo deu exemplo de sociedade solidária, fundamentada no trabalho coletivo, onde o bem-estar do indivíduo e da família se sobrepunha ao interesse econômico da produção. A ação dos padres jesuítas se baseou na persuação,movida pelo amor cristão e no princípio do auxílio mútuo (mutirão), prática encontrada entre os indígenas brasileiros e em quase todos os povos primitivos, desde os primeiros tempos da humanidade.

Porém, é em 1847 que situamos o início do movimento cooperativista no Brasil. Foi quando o médico francês Jean Maurice Faivre, adepto das idéias reformadoras de Charles Fourier, fundou, com um grupo de europeus, nos sertões do Paraná, a colônia Tereza Cristina, organizada em bases cooperativas. Essa organização, apesar de sua breve existência, contribuiu na memória coletiva como elemento formador do florescente cooperativismo brasileiro.

Contudo, para aprofundar-nos no desenvolvimento histórico do cooperativismo no Brasil, é necessário fazê-lo por ramos, ou seja, tipos de cooperativas, já que cada um teve a sua própria história, com dificuldades e sucessos distintos, dependendo, quase sempre, das facilidades ou obstáculos oferecidos pelo Governo.

Quarta, 09 Maio 2012 01:06

Nossa História

Como surgiu o Movimento Força Cooperativista?

O Movimento Força Cooperativista, nasceu da indignação causada pela publicação do Decreto nº 55.938, de 21 de junho de 2010.

O Movimento Força Cooperativista – foi fundado em 23 de junho de 2011, vem para dar legitimidade aos cooperados, aprimorando a gestão e auto-gestão nas cooperativas, representando-os junto aos órgãos públicos, visando mudar a imagem atual do cooperativismo.

O Movimento Força Cooperativista, formado por idealistas que acreditam num Brasil onde todos tenham o direito e acesso ao trabalho digno, é uma associação destinada a defender os direitos e interesses dos trabalhadores que utilizam esse sistema como ferramenta de geração de trabalho e renda, buscando a legitimidade, a unicidade do sistema cooperativista, bem como o reconhecimento das entidades públicas e governamentais para esta modalidade de trabalho difundida e reconhecida internacionalmente.

O Movimento Força Cooperativista estabelece como meta a união das cooperativas em busca de uma sociedade mais justa e melhor distribuição de renda.

 

O movimento nasce da indignação causada pela publicação do Decreto nº 55.938, de 21 de Junho de 2010 no Estado de São Paulo,  este decreto impedia que as cooperativas participassem de licitações exterminando milhares  postos de trabalho de uma única vez.

 

As Cooperativas do Estado de São Paulo se unem neste momento de dificuldades para questionar as reais intenções deste Decreto, que está na contramão da Lei Estadual 12.226 e da Carta Magna.

 

Começou uma luta do cooperativismo, e de todos os trabalhadores pelo direito ao trabalho.

 

Tivemos as primeiras reuniões dentro da própria OCESP, nos organizamos e mobilizamos para que possamos estabelecer ações para derrubar o decreto.

 

1) Mais de três mil cooperados vão às ruas contra decreto do governo paulista.

Setembro/2010. As ruas do centro de São Paulo ficaram pintadas de amarelo - a cor do Movimento Força Cooperativista, formado pelos cooperados dos ramos trabalho e transporte, que sofrem com o decreto 55.938.

 

2) 11/09/2010. Movimento Força Cooperativista leva 500 veículos às ruas contra o Decreto 55.938.


Gilmar Curtolo

Mais de 500 veículos e milhares de cooperados participaram, da mobilização organizada pelo Movimento Força Cooperativista.


3) Cooperados protestam no centro de São Paulo contra o Decreto 55.938.

 

Cerca de cem integrantes do Movimento Força Cooperativista fizeram uma manifestação, ontem à tarde (26/10), no centro de São Paulo, contra o Decreto 55.938, que proíbe a participação de cooperativas de trabalho e de transporte em licitações de órgãos do Estado. O protesto, realizado em frente à Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho, fez com que a Rua Boa Vista fosse interditada pela CET.


4) Audiência Pública na Assembléia Legislativa do Estado de SP – Dep. Antônio Mentor. 03/11/2010.

 

 

Por solicitação do deputado Antonio Mentor (PT), foi realizada nesta quarta-feira, 3/11, no auditório Franco Montoro, da Assembléia Legislativa, reunião para discutir o Decreto 55.938/10, editado pelo governador Alberto Goldman, que restringe a participação de cooperativas em licitações promovidas pela administração direta e indireta do Estado de São Paulo.

A sessão, organizada pelo Movimento, foi proposta e conduzida pelo deputado estadual Antonio Mentor. Ao abrir a audiência, Mentor exclamou: “esse decreto foi assinado de maneira autoritária, centralizadora e unilateral, sem medir as consequências que o ato pode ter na vida de milhares de pessoas”.

 

5) Decreto 55.938: deputados se sensibilizam com situação das cooperativas 09/11/2010.


Lideranças partidárias da Assembléia Legislativa de São Paulo receberam, nesta terça-feira (9/11), uma comissão de cooperativistas para tratar do Decreto 55.938, que proíbe a participação de cooperativas de trabalho e de transporte em licitações de órgãos estaduais. O encontro foi proposto pelo deputado Antonio Mentor na quarta-feira passada (3/11), durante audiência pública organizada pelo Movimento Força Cooperativista.

 

6) Força Cooperativista é recebido no Palácio por conta do Decreto 55.938 – 26/11/2010.

 

Cerca de 450 cooperados, integrantes do Movimento Força Cooperativista, estiveram nesta sexta-feira, 26/11, em frente ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no Portão 2, para reclamar do Decreto 55.938.

Por conta da manifestação, uma comissão de lideranças do Movimento Força Cooperativista foi recebida no Palácio pelo assessor especial do governador, Edmur Mesquita, e pelo representante da Casa Civil, Eduardo Mikalauskas. Ficou acertado que, na próxima semana, o Movimento irá protocolar documento solicitando a renovação dos contratos com cooperativas e a revogação do Decreto 55.938.

Para piorar a situação este decreto Estadual se estende no município de São Paulo


 

7) Presidente da Frente Parlamentar Cooperativismo, Vereador Claudio Fonseca exige revogação do Decreto 52.091 – Município de SP.


O presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo Paulistana - Frencoop Paulistana, vereador Claudio Fonseca (PPS), reuniu-se na manhã desta segunda-feira (7/2) com as principais autoridades da Secretaria de Negócios Jurídicos da Prefeitura para requerer a revogação do Decreto Municipal 52.091/11, que veda a participação de cooperativas nas licitações da Prefeitura Municipal – administração direta e indireta.

 

8) A Frente Parlamentar do Cooperativismo Paulistana -24-02-2011.


A Frencoop Paulistana Vereador Claudio Fonseca e Movimento Força Cooperativista,  reuniu-se na manhã desta quinta-feira (24/2) com diversos representantes cooperativistas em encontro realizado na Câmara Municipal de São Paulo. Discução sobre o Decreto municipal.

O movimento Força Cooperativista, viu a necessidade de criar uma entidade jurídica e surgiu a idéia de registrar a Associação.


9) Sessão Solene do lançamento do Movimento Força Cooperativista - ALESP.

 



10) MOVIMENTO FORÇA COOPERATIVISTA


No início do mês de julho/2011, foi identificado junto a Secretária da Saúde do Município de São Paulo, que contratos mantidos com Cooperativas não seriam mais renovados, ação esta originada pelo Decreto 55.938/2010 Estadual e o decreto municipal 52.091/2011, sancionado pelo ex Governador Goldman e prefeito Gilberto Kassab respectivamente, que proibiam as Cooperativas de participar de licitações em todas as Secretarias do Estado e Município.

Imediatamente o corpo estratégico do MFC – Movimento Força Cooperativista foi informado, momento este que a articulação do MFC se reuniu, e definiu que tal ação por parte da Secretaria da Saúde merecia uma resposta, sendo assim, o MFC, em conjunto de suas Cooperativas filiadas representadas pelos seus Sócios Cooperados, efetuou intervenção pacífica em frente a Secretaria da Saúde, exigindo por meio de carro de som em via publica a presença do Secretário da Saúde ou seu representante imediato.

 Por fim, depois de muita insistência e com precisa intervenção do Vereador do Município de São Paulo e integrante da Frente Parlamentar Paulistana Sr. Jamil Murad exigiu que o subsecretário da saúde do município recebesse três lideranças do MFC, ali presentes, saímos com documento formalizado entre as partes que o Secretário e seus assessores estariam revendo a situação imediatamente.

 

As lideranças estrategistas do MFC sabia que esta intervenção era um pequeno início, mas não solucionava a grande questão, e quem poderia reverter o lamentável decreto era o Governador do Estadoem exercício Geraldo Alckimin, que é um grande defensor do Cooperativismo. Coincidentemente descobrimos que o Governador estaria presente na sede da FECOMÉRCIO situada na Av. Nove de Julho, no dia 09 de julho em uma data tão importante para o País e o Estado de São Paulo, então o MFC em conjunto de suas lideranças, Cooperativas e Sócios Cooperados, mais uma vez de forma pacífica, articulou a concentração de mais de 100 trabalhadores cooperados de frente a FECOMÉRCIO, provocando a atenção das pessoas que adentravam a entidade reconhecimento de nossas reivindicações, que era a reformulação do decreto que proibia as Cooperativas de participarem de licitações, quando notamos a chegada do Governador, o Deputado Federal Arnaldo Jardim, também árduo defensor do Cooperativismo, os dois se dirigiram para o lugar onde estava a concentração do MFC espontaneamente, fato este que nos surpreendeu, onde o Governador conversou com as representantes em via publica, informando que estaria nos recebendo no Palácio o mais breve possível para tratar do assunto.

 

 

Como não recebemos tal contato por parte de nenhum representante do Palácio, decidimos não esperar mais e descobrir onde o Governador estaria presente, e efetuar nova intervenção, isso ocorreu em 14/07/2001 na ETEC do Parque do Belém, surpreendido pela presença do MFC e seus representantes e naquele momento agendou ele mesmo a reunião para o final do dia no Palácio. Conforme prometido a partir das 17:00 horas o MFC e suas lideranças foi recebido pelo Governador Geraldo Alckimin e pelo Secretario de Emprego e Relações do Trabalho Sr. Davi Zaia e os  procuradores do Estado Dr. Orlando, Dr. Juan e subsecretário da casa civil Dr. Mendes, definindo o dia  para firmar que sua equipe havia recebido a determinação de efetuar a nova redação do Decreto.

Neste momento, o MFC sabia que sua responsabilidade frente ao Cooperativismo, pois tinha uma importância fundamental para o reconhecimento da Instituição, uma vez que naquele momento estava buscando um de seus principais objetivos, que havia sido traçado na sede da OCESP, quando na sua criação em 21/06/2010, que era a reversão do Decreto 55.938 que proíbe as Cooperativas de participarem de Licitações do Estado de São Paulo, e muitas pessoas não acreditaram que o Movimento fosse chegar a tão longe, com tanto volume e responsabilidade, mas o resultado esta aí, bem na frente de nossos olhos, é evidente que não foi apenas o MFC que foi a grande mola propulsora destes resultados, e sim as articulações, com notáveis parcerias, onde destacamos a Frente Parlamentar Paulistana, representada pelo seu Presidente e Vereador Claudio Fonseca e seus assessores, que sempre nos receberam, discutiram a nos deram caminhos para trilhar com sabedoria.

 

11) Enfim o dia 21 de julho de 2011 chegou, e estávamos todos lá, no Palácio do Governador a seu próprio convite, onde várias lideranças do Cooperativismo, como MFC – Movimento Força Cooperativista, representado pelo seu Presidente Paulo Bueno e Diretores: Gilmar Curtolo, Catarina Amaral e Murilo Karapetcov. Nanci Baptista Andrade Ramos do Conselho do Ramo do Trabalho na OCESP, COTRAESP por Marcelo Cypriano, GOSP pelo Grão Mestre Adj. Benedito Marques Ballouk Filho, COOPERSEMO, CTPT, COOPERCAR, COOPSUPORTE, COOPERPLANALTO, COOPERABRASIL, COOPER-UNE, COOPERHOTEL, UNIMAX, CSE, COOPERGRANSP, GUARUPRES, COOPERBRASIL do Município de Guarulhos representada pelo seu presidente Mossoró e FENATRAL com seu presidente Sr. Expedito Bandeira. 

Na tarde da última quinta-feira, 21, o cooperativismo comemorou uma vitória. O Governador Geraldo Alckmin assinou o Decreto 57.159 que permite a participação de cooperativas em licitação pública, desde que não tenha prestação de trabalho não eventual por pessoas físicas, com relação de subordinação ou dependência. O texto dá nova redação ao artigo 1º do Decreto nº 55.938, de 21 de junho de 2010.

  

Tivemos a fala do Deputado Federal Arnaldo Jardim, que a anos vem lutando e fortalecendo as ações cooperativistas, Cooperativas e Sócios Cooperados, para sancionar perante todos a nova redação do Decreto, permitindo assim as Cooperativas de participarem das Licitações do Estado de São Paulo, demonstrando neste momento, acabar com abusos, tratamento a matéria com consenso jurídico entre as partes interessadas, ou seja: as Cooperativas, Governo do Estado e Ministério Publico do Trabalho.

 

Por fim, o MFC entregou ao Exmo. Sr. Governador do Estado de São Paulo de São Paulo Geraldo Alckmin o Diploma de Defensor do Cooperativismo, pelo ato e ações positivas que sempre registrou ao Cooperativismo.

Neste dia aproveitamos a oportunidade para entregar o CERTIFICADO DE DEFENSOR DO COOPERATIVISMO ao Governador Geraldo Alckmin.




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